No ano de 2006, em Outubro, e no contexto do Curso de Segurança e Higiene no Trabalho & Ambiente, participei numa acção de formação na Escola Nacional de Bombeiros.
Depois de uma parte inicial teórica, houve dois momentos práticos que me agradaram particularmente: a utilização de um equipamento de respiração autónoma e o combate ao fogo (de uma dimensão apreciável…) com meios de primeira intervenção.
São daquelas alturas em que nos sentimos, por um lado, tão “fracos”, devido à incapacidade de resposta própria a determinados revezes ou situações perigosas, mas também, por outro, com o discernimento suficiente para recorrermos a determinados auxiliares que nos permitem, estando presentes, resolver essas situações desfavoráveis e críticas para nós. A ausência de ar respirável e o calor intensíssimo do fogo são suficientes, isoladamente ou em conjunto, para que nos sintamos extremamente “pequeninos”!
O facto de termos tido o enquadramento teórico e a respectiva exemplificação ou demonstração prática correspondente anteriores possibilitou-me e aos demais formandos construir um conjunto de procedimentos para utilizar os recursos auxiliares disponibilizados.
Sem dúvida que foi uma experiência formativa que me permitiu comprovar uma vez mais que as componentes teórica e prática inerentes à aprendizagem não se podem dissociar e contribuem, em conjunto, para que a solidez dos conceitos teóricos se traduza na prática por experiências de vida extremamente enriquecedoras, as quais, por sua vez, desenvolvem e incrementam os conceitos apreendidos. Uma “bola de neve” a aproveitar e explorar!...Miguel Corticeiro Neves
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário